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Câncer de cabeça e pescoço - Fatores de Risco

Feridas na boca que não cicatrizam em duas semanas podem ser indícios de câncer de cabeça e pescoço
 
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), todos os anos cerca de 30 mil novos casos de câncer de cabeça e pescoço são identificados no Brasil, “são tumores que surgem nas seguintes regiões: na cavidade oral (boca), faringe (garganta), laringe, cavidade nasal (nariz), seios da face e glândulas salivares”, esclarece a oncologista clínica da Oncomed, Carla Nakata, “sendo os mais comuns são na região da boca, laringe e faringe”, explica.
 
O consumo de tabaco e álcool ainda é o principal fator de risco, quanto maior a quantidade e o tempo de exposição a esses agentes, maior a chance de vir a desenvolver esta patologia. Sendo que a associação do álcool ao cigarro eleva em cerca de 20 vezes a chance de câncer de cabeça e pescoço.
 
Além do tabagismo e etilismo a infecção pelo vírus do HPV vem promovendo o aumento da incidência em pacientes abaixo de 45 anos, que nunca fumaram e/ou fizeram uso de bebidas alcoólicas.
 
TRATAMENTO & TECNOLOGIA – Hoje são disponibilizadas três modalidades
terapêuticas: a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. “De acordo com cada caso, indicamos cada uma dessas terapias ou a combinação delas”, explica a oncologista clínica Carla Nakata.
 
Os avanços tecnológicos estão presentes no tratamento da doença, seja em procedimentos cirúrgicos, seja na incorporação de novos agentes quimioterápicos mais efetivos, seja na radioterapia de intensidade modulada (IMRT), todo esse arsenal tem apresentado importantes avanços tecnológicos que diminuem efeitos colaterais com melhores respostas.
 
O tratamento do câncer de cabeça e pescoço necessita do envolvimento de vários profissionais, ou seja, de uma equipe multidisciplinar para atender o paciente na sua totalidade.
Para Carla Nakata, as chances de sucesso do tratamento podem ser bem maiores se o tumor for descoberto no estágio precoce da doença, "é importante ficar atento aos sinais do corpo e, a qualquer alteração, procurar um médico especialista", reforça.
 
SINTOMAS - Uma lesão na boca que não cicatriza em duas semanas é um sinal de alerta.  É importante ficar atento:
•       “Caroço” ou “ínguas” na região do pescoço com consistência
endurecida, indolor e fixa;
•       Dificuldade para abrir a boca, mastigar ou engolir;
•       Mudança de voz;
•       Perda de peso.
 
 
Dra. Carla Nakata é graduada pela Universidade de Cuiabá com residência em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina de Catanduva e em Oncologia Clínica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atua com tratamento e cuidado ao paciente com câncer na Oncomed, em Cuiabá.
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